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Compras pela internet crescem 7,4% em um ano, aponta estudo

Compras pela internet crescem 7,4% em um ano, aponta estudo

Escolher um produto com calma e recebê-lo em casa, sem filas. Comprar pela internet já faz parte do dia a dia dos brasileiros e a utilização do e-commerce aumenta a cada dia. 

Segundo o 35º relatório de comércio virtual Webshoppers, realizado pela Ebit, as compras na web cresceram 7,4% em 2016, com faturamento que ultrapassa os R$ 44 bilhões. Para este ano, a previsão é que as transações por e-commerce em todo o País registrem crescimento de 12%, com quase R$ 50 bilhões em faturamento.

O estudo aponta ainda que 48 milhões de consumidores utilizaram o comércio eletrônico pelo menos uma vez no ano, uma alta de 22% ante 2015. De todas as transações on-line, 21,5% foram realizadas por smartphones.

Perfil dos compradores

Em 2016, a participação feminina foi maior nas compras on-line, totalizando 51,6%. O estudo aponta que a idade média do consumidor brasileiro é de 43 anos, sendo que, quando dividido por faixa etária, os consumidores entre 35 e 49 anos lideram, com 35% do total. 

Já a renda média dos consumidores, segundo o relatório, registrou alta de 8%, potencializada pelo enfraquecimento da classe C nas compras no comércio eletrônico. A média passou de R$ 4.761, em 2015, para R$ 5.142 no ano passado.

Apesar de ter registrado redução quando comparado ao ano passado, passando de 64,5%, em 2015, para 60%, a região Sudeste liderou o e-commerce no País no ano passado.

Compras no exterior

Mais de 21 milhões de consumidores brasileiros gastaram US$ 2,4 bilhões em sites internacionais. Aliexpress, Amazon, Ebay, Deal Extreme e Apple estão entre as principais páginas de fora do País utilizadas para compras pelos brasileiros. 

Entre as categorias de produtos mais comprados nos sites estrangeiros estão eletrônicos, na primeira posição, seguidos pelos artigos de informática e moda e acessórios.

Direitos do consumidor

Quem usa o comércio eletrônico precisa ter atenção redobrada. De acordo com Rafael Quaresma, coordenador do Procon em Santos, checar dados do fornecedor e ficar atento às condições de entrega são algumas das recomendações para evitar dor de cabeça após uma compra pela web.

"Apesar de não termos um balanço, quando a reclamação envolve compras à distância, a maioria das queixas diz respeito à falta de entrega do produto ou inobservância do prazo para entrega. Ou seja, quando é entregue fora do prazo prometido", explica.


No comércio virtual, o consumidor tem garantido o direito à devolução do produto em até sete dias úteis caso não fique satisfeito com a mercadoria: é o chamado Direito ao Arrependimento.

A desistência deve ser comunicada por escrito (via carta ou e-mail) com solicitação de comprovante de recebimento. “Neste caso, o consumidor tem direito ao reembolso total dos valores pagos, inclusive do frete. O cliente não pode sofrer prejuízo ao exercer esse arrependimento. 'Ele deve verificar no site a politica de troca da empresa", informa o coordenador do Procon.

Quem gosta de comprar em sites de outros países deve ficar ainda mais atento. Segundo Quaresma, o Código de Defesa do Consumidor se aplica apenas às páginas brasileiras, hospedadas em território nacional. "Em sites de outras localidades, como China e Estados Unidos, nossa lei não tem eficácia e não há como exigir o cumprimento, porque a regência é outra. E o consumidor ainda está sujeito a outras questões, como ser taxado pela entrada do produto no Brasil".

Matéria: A Tribuna

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