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10 hábitos culturais que foram transformados pela internet

10 hábitos culturais que foram transformados pela internet

Nas últimas décadas, a internet transformou a vida de todo mundo. Desde tarefas complexas que foram facilitadas a hábitos do dia a dia, a web tornou muitas coisas mais fáceis e práticas, o que acabou fazendo com que algumas práticas se tornassem obsoletas.


Os hábitos culturais não passaram ilesos por isso: muitas coisas que eram muito comuns e populares nas décadas anteriores já sequer fazem sentido nos dias de hoje. Veja na lista abaixo dez hábitos culturais transformados pela internet:


Alugar filmes

A prática de alugar filmes era muito comum nos anos 1980 e 1990: aos fins de cinema, as locadoras ficavam mais lotadas do que os próprios cinemas. Nem a mudança do VHS para o DVD, no início dos anos 2000, mudou esse paradigma. Entretanto, a internet e o streaming conseguiram mudar tudo. Serviços como a Netflix e Amazon Prime Video oferecem um catálogo imenso a seus assinantes para que eles assistam a qualquer título na hora em que bem entenderem. Mesmo assim, ainda é possível alugar filmes através de serviços com o iTunes, Google Play e PSN.


Comprar música

O formato físico da música passou por grandes mudanças nos últimos 50 anos, mas nenhuma delas foi tão grande quanto a da última década. Ferramentas como o iTunes praticamente extinguiram a necessidade de mídia física para a música, coisa que foi fortalecida ainda mais com a popularização dos serviços de streaming. A pirataria conseguiu ser barrada nos últimos anos graças à nova forma de comprar música, seja pagando por faixas individuais ou álbuns cheios nas plataformas online ou por mensalidades dos serviços de streaming. Atualmente, a compra de discos de vinil ou CDs é muito mais um luxo do que uma necessidade. 


Assistir a clipes

O clipe de "Gangnam Style", de PSY, é o vídeo mais assistido da história do YouTube, com mais de 2,7 bilhões de visualizações

O YouTube revolucionou muitas coisas, entre elas a forma de assistir clipes. Desde os anos 1980, a única forma de assistir a um clipe era torcer para que ele aparecesse na TV – na maioria das vezes, na programação da MTV. Com a plataforma de vídeos online, qualquer um pode ver qualquer clipe a qualquer momento. Isso também fez com que a forma de distribuição dos vídeos mudasse: em vez de marcar um dia e horário para exibir o clipe na TV, os artistas agora marcam a estreia dos vídeos na internet, e a partir dali contabilizarão centenas de milhões de visualizações.


Comprar ingressos

Foi-se o tempo que os fãs precisavam encarar filas quilométricas para comprar ingressos para os shows de seus artistas favoritos. A procura ainda continua enorme e as vendas físicas ainda existem, mas agora os fãs têm de enfrentar filas virtuais para garantir suas entradas. A prática acontece em quase todos os shows que têm muita demanda e é muito mais cômoda do que as filas reais – apesar de muita gente ainda preferir encará-las para ter os ingressos em mãos.


Assistir a shows

Assistir a um show sempre foi uma experiência única, mas, de uns tempos para cá, tem se tornado cada vez mais compartilhável. Parte disso pode ser explicada pelo boom dos smartphones e redes sociais, o que faz com que o público saque o celular e filme suas músicas favoritas – ou, em casos extremos, os shows inteiros. Claro que assistir aos vídeos amadores não substitui a experiência de ver um show ao vivo, mas a proliferação de streamings transmitindo tudo ao vivo pela internet tem transformado essa experiência nos últimos anos.


Acompanhar séries

"Stranger Things", da Netflix, foi uma das séries mais vistas de 2016; todos os episódios foram liberados de uma vez

Uma das coisas que a Netflix e outros serviços de video on demand mudaram foi a distribuição de séries. Tradicionalmente, elas são uma espécie de novela semanal, com um novo episódio a cada semana, mas passaram a ter suas temporadas completas lançadas de uma só vez através desses serviços. Apesar da televisão ainda não ter comprado esse modelo, a internet proporciona isso aos fãs, mas de uma maneira não exatamente legal: quem não aguenta esperar para assistir um episódio por semana prefere esperar a temporada acabar para baixar todos os episódios de uma vez, ainda que ilegalmente.


Assistir a trailers

Os trailers eram uma das coisas mais legais da experiência de ver um filme no cinema, mas isso mudou na última década. Apesar dos vídeos continuarem a ser exibidos antes das sessões, eles já não são mais necessariamente uma novidade. Desde que os estúdios de cinema passaram a entender a importância do YouTube, a plataforma de vídeos do Google concentra os lançamentos de prévias dos filmes mais aguardados do cinema – e eles podem ser vistos a qualquer momento, não só antes das sessões.


Ler livros

A internet mudou a forma como as pessoas consomem notícias e, por tabela, também mudou como elas consomem literatura. Se há algum tempo o audiobook era a única maneira de "ler" um livro que não estivesse em papel, esse panorama mudou há alguns anos. Os e-readers, como o Kindle, estão cada vez mais populares e o mercado de e-books já é uma realidade no Brasil há muito tempo. 


Acompanhar a programação cultural

Os guias culturais, muitas vezes impressos, sempre foram essenciais para quem queria saber o que os cinemas estavam exibindo ou as peças e exposições em cartaz. Desde que a internet se popularizou, esses guias acabaram perdendo espaço. Hoje, a programação chega aos consumidores através de outros meios, como e-mail ou Facebook. Além disso, os sites dos cinemas, teatros e museus têm uma agenda completa com suas programações, e até os próprios guias impressos ganharam versões online, muito mais fáceis de serem usadas. Mais uma vez, a internet facilitou a vida de todo mundo.


Encontrar pessoas com gostos parecidos

Se antigamente as pessoas penavam para encontrar alguém que gostasse de uma banda especificamente ou também fosse apaixonado pelos filmes de um certo cineasta, a internet apareceu para tornar isso um pouco mais fácil. Com redes sociais específicas para fãs de música e cinema, como o Tastebuds, ficou muito mais fácil encontrar pessoas que compartilham seus gostos. Além disso, as redes sociais mais tradicionais, como o Facebook, permitem que pessoas que gostam das mesmas coisas se conectem através de grupos de discussão e compartilhem suas preferências e hábitos.


Materia: IG


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